Como Ajudar Uma Mãe Atípica

           Oi, tudo bem por aí? Meu desejo é que sim.            São tantas emoções na vida de uma mãe atípica e se você quiser ajudar, vou te dar umas dicas que são resultado das minhas experiências como mãe de um autista.             Depois da nossa conversa, você vai saber como deixar uma mãe atípica mais feliz, mais confortada e mais leve. Vem comigo! O Que Uma Mãe Atípica Precisa            Olha, eu acredito que saber o que uma mãe atípica precisa é um bom começo pra ajudá-la.  Uma mãe nunca planeja ter um filho especial  e se assim fosse tudo seria mais simples.              Mas a verdade é que ela acaba recebendo um filho diferente, sem um manual, e pra cuidar num mundo padronizado e com regras.              E na chegada de um filho especial a mãe passa a precisar de várias  ajudas, várias redes de apoio. Ajuda emocional, social, familiar e em grande parte ajuda financeira.          Mas deixa eu te falar um pouco sobre a ajuda do governo. Falar desses direitos que foram considerados importantes pra mãe atípica esclarece a realidade em que elas vivem.            E se você parar pra pensar, mesmo com a ajuda do governo, as mães continuam precisando muito ser ajudadas.          Bom,  o que aconteceu é que enfim, os parlamentares começaram a descobrir que a vida de uma mãe atípica não é brincadeira e começaram a fazer leis.             Acredito que a primeira Lei em defesa dos direitos de pessoas especiais foi uma grande ajuda aqui no Brasil. Parecia que as coisas iam mudar de cara. Mas será que foi isso mesmo que aconteceu?           Só pra nos situar no tempo, existe registros de pessoas atípicas desde 2000 a.C.           É compreensível que pra algumas famílias o assunto só chegou junto com o filho especial, mas  pessoas com limitações existem há muito tempo.         Bem, aqui no Brasil,  o ano de 1989 foi um marco pras mães especiais. E você sabe porque? Teoricamente os seus filhos atípicos passariam a ter um tratamento humanizado e especial à altura.           Eu acredito, que as mães se sentiram um pouco protegidas tendo a Lei   de nº 7853/1989 ao seu favor.            Isso porque a história mostra que pessoas especiais, nunca foram bem vindas na sociedade. Na Idade Média, por exemplo, pessoas com algum tipo de deficiência  eram eliminadas.              Mas enfim, depois de tantos anos de história sofrida, as mães atípicas poderiam se sentir seguras de verdade?              Depois de 1989, várias outras leis foram sendo criadas em prol as pessoas especiais, e as mães junto iam sendo beneficiadas. Criaram a Lei 7853/1989, a Lei  10.048/2000, Lei 12 746/ 2012 e assim por diante.           Já pensou ter 513 parlamentares defendendo a causa das mães atípicas? Bom demais pra muitas mães que dependem exclusividade dessa voz.            Mas essas leis que chegaram pra defender as mães atípicas trouxeram pra elas que tipo de ajuda? Vamos ver algumas garantias que foram contempladas pra as crianças atípicas com a chegada das Leis.     Direito à escola;  Direito à atendimentos médico com toda equipe necessária; Direito à inclusão; Direito à trabalho; Direito ao Loas; Direito a atendimento prioritário; Direito em descontos em impostos na compra de carros; Direito a descontos em entrada de cinema, teatro e eventos; Algumas medicações gratuitas, etc             Direito, direito, direito. Significa garantido? Todo mundo típico, já tem todos esses direitos e as Leis em favor de pessoas especiais, veio pra dizer: Vocês também tem.           As mães de pessoas especiais experimentaram por algum tempo, uma sensação de proteção.                  Mas o que aconteceu com o passar do tempo? As ajudas, o apoio oferecido pela Lei, foram engavetados.              E considerando que, o que o governo oferece seria só uma ajuda, o que as mães atípicas teriam que fazer pra conseguir o restante não ficou esclarecido.          Com as ajudas de governos falhando pelo caminho, ficou a realidade de que, quem estiver por perto de uma mãe atípica, pode se doar como puder. As mães atípicas vivem num casulo, ansiando pra voarem, toda ajuda será bem vinda!            Diante disso, vou te dar umas idéias de como você pode ajudar uma mãe atípica e vou te mostrar o que aconteceu no caminho que travou as ajudas do governo. Uma Das Forma De Ajudar Uma Mãe Atípica            Até aqui ficou uma noção pra você que a mãe atípica tem várias dificuldades no seu dia a dia. Mas se você se sensibilizou com os obstáculos que a mãe especial vive e quer ajudar, você pode ajudar, de várias formas.              Fala-se muito em rede de apoio pras mães especiais, mas assim como as leis tem falhado, de igual modo as redes.               A idéia é que em todos os ambientes que a mãe atípica frequenta exista uma rede  de apoio. Na familia; Na escola; Nos consultórios; Etc.            Mas o mundo em que vivemos, todos tem que correr atrás do prejuízo, cada pessoa vive no seu quadrado e as mães acabam vivendo isoladas convivendo com muito trabalho, incertezas e estresse.             Mas sabe aquelas palavras poderosas que mudam o dia de qualquer pessoa? Pois bem, fale algumas delas pra uma mãe especial, quando perceber

Quem É Responsável Pelo Deficiente

       Oi, tudo bem por aí? Eu espero que sim. Você sabe quem é o responsável por um deficiente? Será que está sendo feito o que está determinado na lista de direitos legais? A partir de agora, você como mãe atípica, vai ter um motivo pra não se frustrar. Saiba porquê.           Você pode até estar pensando que história é essa de quem é o responsável por um deficiente. Ora, desde o seu nascimento é a mãe atípica sempre que cuida.               Sim, eu lhe entendo. Mas vamos detalhar melhor essa responsabilidade, porque não é justo, as mães carregarem toda a culpa e sofrimento quando algo dar errado.              Você sabe que se fala muito em tratamentos iguais pra todos na sociedade, e quando uma criança nasce é determinado os responsáveis por ela, na seguinte ordem: família, sociedade, estado.             Mas você começa ver que existe algumas mudanças na ordem dos responsáveis quando a criança é deficiente. A ordem fica a seguinte: estado, família, sociedade.             Agora, você já parou pra pensar quando alguém que representa a lei e os direitos em qualquer esfera, atribue  um filho especial, deficiente, a um castigo de Deus? Você se sente bem representada?             Mas como falei, no final das contas, os representantes legais não ficam pra sempre e as mães sim. o que acaba sendo determinante pra assumirem qualquer dificuldade no dia a dia.            As representações das mães especiais nessas esferas legais nunca foram satisfatórias. E por diversos motivos, acredito que ainda vai demorar muito pra que isso aconteça.          Me conte, você como mãe atípica, o estado lhe inspira confiança? É justo deixar pras mães darem conta do recado sozinhas?

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