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O Que Pode Impedir De Receber O Loas

          Dentre tantas exigências legais, preciso de falar uma que ninguém nunca te conta. E tem haver com um choque entre os poderes.               Como o caso que acontece com pessoas que tem tdha. Aguenta aí mãe, porque as deficiências está em todos os lugares, inclusive nos ambientes burocráticos.  Bom, essa notícia não é nova.               Mas veja bem, se você perguntar pra o homem da lei, ele vai te dizer que tdha, não é uma deficiência, pelo menos até esse momento. Apesar de já haver conversas entre os poderes sobre reconsiderar esse posicionamento.                 Mas que problema, tem isso? Nenhum, se você não precisar acionar o Loas por motivo de deficiência. A Onu classifica as deficiências como físicas, mentais, sensoriais e intelectuais e em algumas dessas classificações caberia o thda.           Se para o homem da Lei, tdha não é deficiência, para a classe médica o é, inclusive, tem o seu determinado cid, a sua classificação. E agora?                 Para o homem da lei o tdha não é deficiência, mas a “Providência  Social” receberá um laudo com um cid, dizendo que tdha, tem uma classificação de doença, vai ter choque, concorda?         Na verdade, você não vai vê o choque de ideias acontecendo, só irá se deparar quando o resultado  das suas reivindicações chegarem. Por muitas vezes, a negativa dos seus pedidos é o que prevalece.          Quem perde com esse choque de poderes? Como sempre, são as mães de deficientes. Mas calma, tenha fé, um dia esses poderes se entendem.

Por que Pessoas Com Deficiência Devem Ser Incluídas Nas Pesquisas​

       Fazendo um bom dia por aí? O meu desejo é de ouvir um sim. Vamos conversar sobre a necessidade das pessoas com deficiências serem consideradas nas pesquisas.       Essa inclusão de pessoas com deficiêcnia não tem acontecido de forma devida e como sempre digo: quer achar uma solução? Vá na raiz do problema.        Então, dentre tantos motivos, a inclusão de pessoas especiais em pesquisas tem o poder de mostrar a real vivência das pessoas com deficiência, tem o poder de mostrar a cara nua e crua da situação dos deficientes físicos e mentais, o seu dia a dia. E agora me ocorreu um pensamento: a quem realmente interessa ver a cara dessa situação tão cheia de deficiências e além de ver, deixá-la agradável de ser vista? A quem interessa resolver o presente e o futuro das pessoas com deficiência pra que as mães especiais possam viver com tranquilidade e qualidade de vida? Já vou te contar quem está mais interessado.        Além de fazer aparecer as necessidades, as pesquisas é a chance de garantir que essas necessidades sejam consideradas e que as potencialidades das pessoas com algum tipo de deficiência sejam reconhecidas.         As pesquisas mostram além dos números. Podem mostram também como as pessoas com deficiências físicas e/ou mentais se comporta; onde esses comportamentos podem levá-los no futuro; transparece o juízo das pessoas com deficiências sobre o tratamento que recebem e como gostariam de serem tratadas; e também as pesquisas é uma oportunidade de expor as suas experiências do dia a dia.         Podemos considerar que incluir pessoas especiais em pesquisas é o começo da inclusão. É a base para que haja todo o planejamento pra vidas dessas pessoas.      Tratar da causa das pessoas especiais sem ter os dados advindos de uma pesquisa é como querer construir um prédio sem antes ter feito a planta, o projeto. Veja os pontos importantes que a inclusão de pessoas deficientes e/ou mentais nas pesquisas, iria começar resolver: Equidade          A equidade é a igualdade de oportunidades pra todos. É dar condições ambientais, atitudinais, legais, pra que as pessoas com deficiência possam acessar de igual modo todas oportunidades disponíveis pra a maioria não deficiente. Colocar pessoas deficientes em pesquisas é fazer valer o respeito aos direitos humanos. Desenvolvimento          A  independência das pessoas com deficiência depende do seu desenvolvimento pessoal, profissional e social. A revelação  que os números das pesquisas trazem sobre a quantidade de pessoas deficientes aptas para o trabalho deixaria claro pras empresas o percentual de vagas que deveriam ser separadas para incluir as pessoas com deficiência aptas para o mercado de trabalho. Redução De Preconceito          Por todo o tempo  que as pessoas com deficiência aparece na história,  o desprezo, os pré julgamentos as tem acompanhado. Quando as pesquisas contam e também qualificam as pessoas com necessidades físicas e mentais, começam a derrubar o preconceito. Possibilitam um convívio com entendimento, colaboram pra mudança de visão e uma convivência sem estereótipos. Reconhecimento de Potencialidades          O quanto de potencial das pessoas com deficiências tem sido desperdiçado por serem ignorados pelas pesquisas. Sabemos que a cada dia a variedade de deficiências aumenta, principalmente, as intelectuais e mentais, mas não podemos negar que nessa minoria de pessoas existe gênios, pessoas com alto potencial e fortes habilidades em diversas áreas. Conclusão          Enfim, incluir pessoas com deficiência nas pesquisas seria um passo muito importante pra que as mães atípicas encostasse suas cabeças no travesseiro e pudesse dormir um sono de qualidade.            A falta da inclusão de pessoas  atípicas nas pesquisas exclui indiretamente elas dos programas sociais, educacionais e de trabalho.             Faz parte de todo o projeto, saber todos os detalhes para que ele avance. A luta pelos direitos das pessoas com necessidades especiais tem se arrastado a décadas e ainda não se tem números reais sobre esse grupo de pessoas. Uma geração de pessoas especiais já estão se indo e até quando a velocidade desse movimento continuará a passos de tartaruga?          O que esperar de um futuro onde nossos filhos atípicos nem são contados nas pesquisas? Será que sem esses números, haverá um dia investimento suficiente pra o desenvolvimento deles?       Como prometi te contar, o maior interessado por melhores condições de vida das pessoas especiais, sem dúvida, são suas  mães, que sentem na pele, todo esse peso contraditório de ser considerada especial, mas também esquecida.     Eliane Santos, mãe de deficiente/autista

Os Sintomas Do Autismo

Sintomas Autismo

Os Sete Sintomas Do Autismo Que Podem Piorar        Olá mães especiais, me deixe lhe chamar de Ostras Azuis. Está fazendo pérolas hoje? Hoje eu vim lhe falar sobre os sintomas do autismo que é comum nos dias de hoje: os sintomas do autismo  sem assistências.         Os custos que o autismo está trazendo  está em alta em várias mesas mas quanto vai ser o custo do abandono ainda não foi pauta.       Mas eu hoje eu quero te mostrar quais são os sintomas do autismo sem assistências e o que você como mãe especial deve fazer pra fugir desse cenário de abandono. Vou te mostrar quais os passos que você deve dar pra que você e seu filho  tenha a devida atenção e viva uma vida de forma realizada e saudável. 1- Falta de Inclusão         Sim, a inclusão é um sonho que não será conquistado da forma que está colocado. A inclusão garantida pelas leis é uma ilusão e porque? Porque ao mesmo tempo que dizem incluam, dizem, eu não quero gastar com as adaptações. 2- Aumento de Comportamentos Agressivos, Automutilações Por Parte Dos Autistas           Isso é terrível, mas sem os devidos acompanhamentos pessoas com autismo tendem ainda mais a exibir comportamentos repetitivos, interesses restritos e dificuldades com transições ou mudanças em rotinas os levando a ficarem mais agressivos. 3- Aumento Das Estatísticas De Desempregos          O desemprego de pessoas com autismo já foi citado em discursos da ONU e em 2015 diz que o desemprego de autistas estava em 80%.          O que as notícias mostram nos países onde os números do autismo já é mais definido é que o desemprego dos autistas está disparado.          Nos Estados Unidos : Em 2023, aproximadamente 85% das pessoas autistas estavam desempregadas.          Na Europa : Em 2014, entre 76% e 90% das pessoas autistas estavam desempregadas.         NO Reino Unido : 71% dos adultos autistas estão desempregados          Mas aqui e aqui no Brasil? Nós somos uma nação que ainda estamos nas estimativas, ou seja, estamos baseados em cálculos aproximados sobre autismo e o que nos leva a entender que o desemprego irá aumentar, é justamente a falta de investimentos na base, na educação , no preparo dos autistas pra serem inseridos na sociedade e no mercado de trabalho. Sem preparo, não tem como ter emprego, concorda? 4- Diagnostico Estendido          Com a falta de assistências multidisciplinares as pessoas com autismo podem ter como consequencia outros diagnósticos além do autismo de forma simultânea. Já ouviu falar na frase, um abismo chama outro abismo? Pois bem, um autismo sem assistências pode ser um ponto de chegada para outros transtornos 5- Falta de Maturidade Para Relacionamentos          Todo relacionamento pede troca de informações e parcerias e o cenário do autismo abandonado é os filhos despreparados para seguir suas vidas de forma independentes tendo que ficar sempre com os pais que a essa altura já estarão idosos. 6- Sofrimentos Emocionais         Quando a sociedade não está conscientizada, preparada para conviver com um assunto ela tende a cometer muitos erros e um deles é o bulling e quem sofre com esse comportamento é a pessoa com autismo. Justamente porque nenhuma das caraterísticas do autismo foi abordada e tratada, ficará mais em evidência e sem controle sendo motivo de bulling para os sem consiência. 7- Médicos Falando Sozinho        Se o médico não andar de maos dadas com as políticas públicas ele ficará de mãos atadas. E isso é o que tem acontecido todos os dias e não mostra sinais de mudança. As mães saem dos consutórios com a lista de recomendações de atendimentos e na maioria das vezes não podem atender nem a metade delas porque os setores de saúde público e privada não abraçam a causa do autismo. Mas porque estou trazendo esse cenário pra você? Com o único propósito pra te dizer, o que seu filho autista precisa não virá de outra pessoa além de você que é mãe especial. Ninguém no mundo irá abraçar essa causa por você e se você quiser saber como mudar esse cenário clique no link abaixo e receba no seu email os passos que eu fiz pra em preparar pra meu futuro com o meu filho autista.        Mas porque estou trazendo esse cenário pra você? Com o único propósito pra te dizer, o que seu filho autista precisa não virá de outra pessoa além de você que foi escolhida com essa missão especial. As pérolas dessa jornada só pode ser produzidas dentro de você. Foi essa verdade que eu descobri depois de muito sofrer com esse abandono.          Se você quiser saber como eu fiz pra mudar esse cenário clique no link abaixo e receba no seu email os passos pra se preparar pra o futuro mas  já começar a investir na independência do seu filho autista agora no presente.

Como Se Sente Uma Mãe Que Tem Um Filho Autista

       Minhas ostras atípicas e queridas, firme produzindo pérolas? Então vamos lá!        Vamos conversar sobre os corações das mães especiais. Você sabe que nenhuma mãe pediu que seu ventre gerasse um filho com comportamentos diferentes, com os seus sentidos mais sensíveis do que os padrões estabelecidos, ou seja lá qual for a deficiência. Nós não escolhemos ser mãe especial, mas o nosso Criador achou que seríamos capazes e aqui estamos nós.       Mas se os filhos típicos não trazem manuais, imaginem os filhos atípicos? E as incertezas que vão chegando no trajeto desse caminho vão trazendo sentimentos muito pesados pra serem carregados e o pior,  tornam-se companhia para a maioria das mães atípicas.         Na verdade eu não gostaria de falar como você se sente, sendo uma mãe especial, porque dizem que relembrar é sofrer duas vezes, o que eu quero falar mesmo com você é sobre o que fazer com essa limonada. Mas já que não temos como esquecer desse limão, vamos  só relembrar como se concretiza esses sofrimentos vividos pelas mães de filhos autistas e mães de deficientes. Sobrecarga física e financeira; Poucos recursos sociais de apoio; Poucas pessoas especializadas que possam dar suporte; Poucas fontes de apoio emocional; Rivalidade entre o trabalho profissional e o cuidar; Cuidar sozinha, sem a ajuda ou reconhecimento dos outros membros da família             Esses pontos são alguns dos jeitos que fazem as mães especiais se sentirem com medo e sem esperança de viver dias melhores e de realizar os seus sonhos. Vamos então colocar uma lupa nessa situação atípica e descobrir  juntas o que pode ser feito com ela. Uma coisa deve ser dita; várias vezes o nome das mães atípicas tem sido falado nos gabinetes dos que mandam e fizeram até várias leis que defende os autistas. Veja algumas delas  ;      Lei 12.764/2012  Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA, que determina que a pessoa com TEA é considerada pessoa com deficiência para todos os efeitos legais.  Lei 12.764/2012  Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA, que determina que a pessoa com TEA é considerada pessoa com deficiência para todos os efeitos legais.  Lei 13.146/2015 A Lei Brasileira de Inclusão (LBI) garante que pessoas com TEA têm direito à proteção contra qualquer forma de discriminação, à igualdade de oportunidades, ao acesso à educação, à saúde e à cultura.  Lei 13.977/2020 Cria a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea).  Lei 8.899/94 Garante a gratuidade no transporte interestadual à pessoa autista que comprove renda de até dois salários mínimos.   Lei 8.899/94 Garante a gratuidade no transporte interestadual à pessoa autista que comprove renda de até dois salários mínimos.   . Lei 8.742/93 A Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), que oferece o Benefício da Prestação Continuada (BPC). .           Mas como você tem se sentido com a aprovação dessas leis? Tem mudado de fato alguma coisa na sua vida? Além dessas leis, as pessoas com TEA também são amparadas por outras legislações, como a Constituição Federal de 1988, o Código Civil e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).         De leis estamos até que servidas, mas o segredo é o que vem depois da aprovação das leis. Depois das leis aprovadas, tem que haver a execução pra que as mães pelo menos pudesse ir correr atrás dos recursos necessários pra indenpendêcia do seu filho. E é aí que começa o problema.           As leis em favor dos autistas não são executadas, e por isso as mães especiais se sentem abandonadas também pelo sistema.          São muitas barreiras para a execução das leis e uma delas é quem vai pagar pelos investimentos feitos em um autista, visto que nem todos conseguem devolver pra sociedade em forma de impostos o investimento que recebeu. Muitos deles não vão conseguir trabalhar quando adulto e continuaram dependentes.        Em média são quatro anos pra formar um profissional que pode servir a um autista e muito mais do que conhecimentos  técnicos, esse profissional tem que ser muito humano. Mas qual o incentivo que uma pessoa tem em termos financeiros pra se tornar um profissional que se dedica a causa autista?          Quando o sistema garante o direito de um acompanhante terapêutico para um autista numa sala de aula, ele não pode esquecer de incentivar a formação desses profissionais, inclusive com bons salários, e isso com todos os profissionais que é previsto nas leis, ou a execução dessas leis será em baixa proporção.         E quando você como mãe especial não confia que seu filho vai ficar bem na escola, é com razão sentir medo ao deixá-lo lá.         E o sentimento das mães especiais segue acumulando pesos porque essa falta  de execução de ações se espalha nas suas famílias e na sociedade afora. E preciso ir mais além em dizer que na maioria das vezes, o que acontece na família e na sociedade é que nem ao menos chegam a verbalizam o apoio, muito menos a execução.         Mas observando o modo operante dos humanos num país capitalista, você que é mãe especial só tem uma forma de arrumar esses nãos que o sistema típico põe na sua vida atípica, que é arrumar a sua vida financeira.         Como vimos, as mães que tem filhos autistas já tem leis que poderiam deixá-las mais tranquilas, mas já deu pra perceber que a execução dessas leis mais uma vez caiu no seu colo. É você que deve embalar o seu filho e toda a tranquilidade e independência que você quer trazer pra ele ao longo da vida.         Então minhas ostras queridas e atípicas, reaja, faça a falta de apoio, o abandono, se transformar em motivos pra você procurar o

Como As Mães De Autistas Pode Se Cuidar

       Você já parou pra pensar onde a situação das mães de autistas pode chegar se cada mãe especial não procurar promover um auto cuidado emocional, espiritual, físico e ainda financeiro?          Vamos conversar sobre esse tema e eu vou te atualizar sobre os últimos estudos sobre o tema cuidar de quem cuida. Em alguns países o tema cuidar das mães de autistas já tem dado alguns passos adiante de nós aqui no Brasil,  onde ainda estamos somente em estimativas sobre os números de autistas.        Como mãe de autista lamento que na última contagem populacional, os autistas perderam a chance de serem representados de forma clara pelos números. E quando perguntei o porquê pra profissional que me entrevistava, ela me explicou que em cada rua era feito um sorteio das casas que receberia o questionário “atípico” e a minha casa não tinha sido contemplada.          Mas se os números de alguma forma estão querendo se esconder, a sociedade está mostrando com dados na saúde, nas escolas e em todos os setores que casos de autistas tem aumentado.            E o que tem acontecido com as mães de autistas? Se você vive a maternidade atípica já percebeu que temos uma grande missão fora e dentro de casa. Nos mantermos saudáveis em um ambiente hostil a causa dessa geração de pessoas com necessidades especiais exige de nós preparo de uma estratégia de comportamento.            Você sabe que esses números são importantes pra que políticas públicas sejam ativadas, mas meu conselho é que você  como mãe especial se mecha. Conquiste de forma privada sua saúde física, mental e financeira porque mesmo depois que as políticas públicas começarem andar nesse sentido, serão como sempre de forma muito lenta e os neurônios seu e do seu filho não espera.        A Biblioteca de Estudos Científicos nos Estados Unidos guarda um estudo envolvendo as mães de autistas com dados sobre o seus estados emocionais. E você que é mãe especial deve considerar o resultado desse estudo sobre esse lado atípico  que o sistema pouco quer vê que é a condição emocional de quem cuida incansavelmente, como um alerta porque mostram uma realidade assustadora.          Veja o que mostra um estudo sobre o estado psicológico das mães de autistas da United States National Library of Medicine: 42%   dos  cuidadores primários relataram dor/desconforto; 40%  ansiedade/depressão; 84% problemas no relacionamento com a criança; 51% problemas na combinação do cuidado com as atividades diárias;        As emoções das mães de autistas da China e da Holanda foram analisadas e foi constatado que um alto grau de estresse acompanham todo o ambiente parental desses autistas, mas destacam que os pais chineses superam os holandeses no esgotamento emocional.         Está claro que a qualidade de vida de quem cuida precisa de atenção. Mas o que você como mãe especial pode fazer diante de tamanho desafio? Imagine um vôo de avião em que que você cuida dos ítens de segurança do seu filho especial e fica alheia aos seus. Em qualquer contratempo dessa viagem, se você como mãe especial continuar ignorando os cuidados com sua segurança vai ter que encarar um fim de viagem talvez nada satisfatório. Na vida, ignorar os cuidados com o seu psicológico muito dificilmente chegará a um desembarque desse vôo tão único e especial com segurança.        Bem, realmente os desafios são gigantes, mas se a cada  dia um mínimo de cuidados for sendo acrescentado à sua rotina, é certo que você vai colher os frutos desse auto cuidado.         Veja algumas ideias de como você pode estar se cuidando e administrando estrategicamente a sobrecarga que uma vida materna e atípica traz: Faça pausas nas suas atividades pra respirar e organizar as suas tarefas; Mantenha um diário, é uma forma de extravazar as emoções que deveriam estarem no divã; Se puder, não adie as terapias; Aceite que você tem um limite; Na medida do possível , planeja momentos espeeciais; Pratique a meditação no Criador, pense que ele tem um propósito na história de cada ser humano; Nos momentos de estresse, descubra qual foi o gatilho; Aproveita as oportunidades e pratique um passatempo relaxante; Pratique alguma atividade física; Se alimente com alimentos que te dão mais energia.        Esses atividades vão te ajudar a encontrar um equilíbrio e satisfação pessoal e sair do ciclo de esgotamento e sobrecarga. Se concentre no presente, esteja consciente que só temos o agora pra investirmos num futuro seguro pra os nossos filhos especiais.         E pra fim dessa nossa  conversa, invista na sua vida financeira. Só assim você terá mais oportunidades pra investir em dias melhores pra você e seu  filho especial. Um abraço nosso,  Eliane Santos, mãe de autista

Pais Atípicos Se Preparando Pra O Futuro

Os pais vivem com seu casal de filhos, a Hannah e o Andy, que já são adultos e eles já são idosos. Estão a se preparar pra o futuro porque todos os cuidados, inclusive os pessoais como fazer a barba do Andy fica por conta de seu pai, e a sua ausência os preocupa. A mãe é Ruth Singer Strunck e o pai é Mike Strunck e ela diz que com seis meses de vida da Hannah já sabia que ela era autista. Percebeu através da falta de contato visual. Hannah é doce, meiga e gentil, enérgica e adora a vida, conta ela. Ela tem 24 anos hoje e todos gostam da sua companhia. _Quando criança parece que todos querem trabalhar com eles mas quando chegam a uma certa idade, se tornam adultos, não são mais divertidos, diz MIke. E não há lugar pra eles irem depois da escola. Andy tem autismo, e está com 34 anos. – Ele é doce e gentil, mas as vezes fica bravo. Nós o amamos assim como ele é e ele é o motivo dessa nossa jornada. O futuro é a nossa preocupação. Não sabemos onde ele viverá. O que vai acontecer com ele quando não estivermos aqui. Passamos o dia com os cuidados deles que já terminaram a fase escolar e várias vezes olhamos um para o outro e nos perguntamos se estamos fazendo a coisa certa, conta ele. O Andy foi perdendo a fala conforme crescia e o que conseguimos recuperar através das terapias foi pouco. As terapias ajudaram muito na integração social, como cumprimentar com as mãos, ajudou a torná-lo menos agressivo, interagir um pouco mais com as pessoas. É capaz de trabalhar em um emprego, mas apenas algumas horas por semana. O casal Ruth e Mike diz estar a buscar a construção de um ambiente coletivo, com pequenas casas e que também ofereça trabalho de agricultura, jardim, para que não somente Andy e Hannah possam conviver na sua ausência, mas que outros neuroatipicos amigos também convivam. As estatísticas mostram que os Estados Unidos tem a realidade de uma população de 800 a um milhão de mães especiais idosas e essa é uma realidade preocupante. O ditado popular “arrume o telhado enquanto não estiver chovendo” nunca foi tão relevante. Ruth diz que pode demorar a realização desse sonho, mas ela não vai desistir. Fonte: Relato tirado de reportagem do Jornal Today

É Possível Contrair O Autismo? Novas Descobertas

       O autismo está no ar. Isso te assusta? Você já ouviu que o autismo não é contagioso, mas uma revista científica divulgou uma pesquisa muito interessante que nos deixa com a pulga atrás da orelha.          Há muitos anos as causas do autismo vem sendo estudado e quem não queria ouvir uma notícia de cura do autismo, concorda? Mas apesar de não descobrirem a cura, a ciência não pára nas descobertas.             Como essa que você vai conhecer agora. Eu não sei se você vai concordar comigo, mas meus neurônios ficaram fervendo quando li essa matéria científica. Fiquei a me perguntar, como assim? O autismo no ar?           Baixe Aqui O Seu Ebook Ótimo! Vou Enviar No Seu Email Você Pode Acessar Agora Mesmo Insira seu melhor e-mail abaixo Fique Tranquilo! Seus Dados Estão 100% Seguros BAIXAR EBOOK              As pesquisas tem mostrado sobre as causas genéticas do autismo como no caso de gêmeos idênticos que apresentam a mesma condição.               Mas deixa eu abrir um parêntese e contar o que aconteceu comigo, porque também é interessante. O meu filho autista é gemelar e a sua irmã (gêmea) não tem autismo. Vale ressaltar que não são idênticos, mas fico pensando como o autismo realmente é determinado. Isso porque duas pessoas geradas no mesmo ambiente, ao mesmo tempo, recebendo as mesmas informações genéticas, e ainda assim, uma ter autismo, outra não. Isso me leva a crê numa escolha a dedo pelo Criador pra ser mãe especial.            Mas, você já pensou na possibilidade do DNA humano, responsável por carregar o gen atípico não está somente no sangue, mas também no ar? E o que significa dizer que o autismo pode ser inalado?           A revista Nature divulgou um estudo feito na Suécia, que mostra a relação do autismo com a poluição atmosférica, mas em outro artigo os estudos científicos foram além.               O estudo da revista Nature Ecology & Evolution, revelou que conseguiu extrair material genético de qualidade do ar. E que esse material carregava informações sobre doenças, inclusive o autismo.               Mas se você pensa que as revelações param por aí, está enganada.  Os cientistas também incluíram o solo, sedimentos e a água como transporte dessas informações genéticas.     Clique aqui

Como Os Surdos Sentem a Música

         Vamos ver uma história emocionante num tempo em que não existia libras na Alemanha. É a história de um músico-surdo e cheias de idéias filosóficas que nasceu nessa terra.          Diferente daqui do Brasil, que teve a linguagem de sinais reconhecida no século XIX, na Alemanha as libras só foram ter notoriedade em 2002. Lá as libras hoje faz parte da linguagem de 200 000 pessoas, sendo que 80 000 são deficientes auditivas.          A história emocionante e por que não dizer inspiradora que vamos ver agora foi no século XVIII, e é do músico famoso  Ludwig van Beethoven. Ele foi um pianista, regente e compositor alemão que começou treinar com cinco anos.           Ele ficou próximo de Napoleão que uns anos antes de acelerar a independência do Brasil em 1822, e isso se deu com a invasão de Portugal, sentiu esperança nas suas ideias  e até dedicou-lhe pela primeira vez a sua 3ª Sinfonia a “Eroica”. Mas acabou decepcionado e retirou a sua dedicatória.  Baixe Seu Ebook Gratuito Ótimo! Vou Enviar No Seu Email Você Pode Acessar Agora Mesmo Insira seu melhor e-mail abaixo Fique Tranquilo! Seus Dados Estão 100% Seguros BAIXAR EBOOK          Tinha o apoio do pai Johann van Beethoven, que investia em musicalizar seu filho mas foi Christian Gottlieb Neefe, compositor e organista quem lhe apresentou o Iluminismo, que era um conjunto de idéias que surgiu na Europa no século XVIII e valorizavam a razão.          Beethoven teve momentos trágicos na família. Perdeu sua mãe, sua irmã e por fim seu pai, que se entregou ao vício do álcool. Mais tarde também acabou ficando com a tutela do sobrinho porque seu irmão também deixou essa dimensão.       Mas o que pode ser pior pra um músico famoso, talentoso e idealista? Pra um músico enfrentar uma surdez é algo trágico e essa deficiência se tornou pública quando aconteceu, aos trinta anos, o  relato do seu grave problema limitante a um amigo.           Ele  tentou se incluir na normalidade, encomendando trombetas, uma espécie de condutores de som adaptados no ouvido, já com 40 anos.           Infelizmente o álcool também fez parte de sua vida, mas ao sobreviver a uma inflamação no fígado, em 1824, se inspirou para compor uma nova peça que intitula-se “Santo canto de ação de graças de um convalescente à Divindade”. Clique aqui          Mesmo com os altos e baixos da vida, sua reação convivendo com a surdez foi invejável. Sim, ele teve momentos depressivos mas nunca se entregou por completo. A música sempre lhe arrebatava e mesmo com a audição gravemente comprometida, ele acompanhava apresentações musicais e percebia nuances timbrísticas.          Fala-se que a surdez de Beethoven deu-se pouco a pouco chegando ao ápice em 1819 mas, de 1816 até 1827, ano da sua morte, ainda conseguiu compor cerca de 44 obras musicais. Realmente é impressionante!          Assim como nós, mães especiais desejamos explicações sobre as causas das deficiências dos nossos filhos, os fãs  de Beethoven sempre desejaram explicações sobre a surdez do grande músico, mas a medicina nunca conseguiu entregar a explicação certeira.          Apesar de ter deixado essa dimensão com 56 anos, em 26 de março de 1827, ele deixou um legado musical importantíssimo, mas também a prova de que quanto mais dificuldades ele tinha na vida, mas se sentia inspirado pra compor e fazer bonito.       Que nós mães especiais, todos os dias venhamos ser pessoas que reage as dificuldades com inspiração pra transformar nossa história atípica, em uma história cheia de momentos de conquistas com nossos filhos especiais.   Eliane Santos   Deixe o seu comentário, obrigada. Deixe Seu Comentário Aqui

Quais São Os Tipos de Inclusão Atualmente

         Oi, atípicas de plantão,  tudo bem por aí ? Meu desejo é que sim.            Você sabe quais são os tipos de inclusão que o seu filho tem direito?            Hoje você vai saber se seu filho não estar sendo incluindo em oportunidades de progresso que ele tem direito. Vamos ver também o que  você pode estar fazendo pra mudar essa situação. O que é Inclusão          Só pra não restar dúvidas, vamos relembrar na prática o que é inclusão. Afinal, se fala tanto nisso, concorda? Mas, você sabe, as mães atípicas vivem mergulhadas em tantos afazeres, que muita coisa passa batido. Como mãe de um autista, sei que é assim.            Bom, mas eu tenho certeza que você e toda mãe especial sonha em ver seu filho, concluindo os estudos escolares, arrumando um emprego, tendo momentos de lazer, frequentando ambientes religiosos, conquistando a cada dia sua independência. Até porque não terão as mães por perto sempre. Essa é a lei natural deixada pelo Criador de tudo.             Então, fica claro que, basicamente, inclusão é a pessoa com necessidade especial poder participar de todos os ambientes, que a sociedade organizou pra que as pessoas se sintam bem e realizadas.            Ambientes pra adquirirem conhecimento, ambientes de trabalho que é a forma de devolver o conhecimento e contribuir com a sociedade, ambientes de lazer, afinal de contas, a mente precisa desligar um pouco e ainda ambientes religiosos, porque nascemos com essa necessidade de nos conectar com nosso Criador  e não ter limites nenhum de ir e vir aonde quiser.             Inclusão é permitir que pessoas com necessidades especiais possam estudar, trabalhar, ser independente e felizes. Você percebe o quanto isso é complexo?            A lei de inclusão ( 13.146/2015) diz que existe 4 tipos de deficiência: física, mental, sensorial e intelectual e pra que a inclusão realmente aconteça os ambientes escolares e de trabalho deve estar adaptado pras todas essa deficiências. Será que nossa geração vai ver isso? O que você acha?   Tipos de Inclusão               Eu quero facilitar pra você agora, aquele momento que você resolve brigar pela inclusão de seu filho. Apesar que eu acredito que o caminho que escolhi é a melhor opção, e se você quiser saber o que eu fiz e que deu certo, calma aí que eu já te conto.                 De tanto ouvir sobre inclusão, pode acontecer que agente faça um bolo só, mas é importante separar porque pode ser que pra seu filho esteja havendo falha em uma inclusão e em outra não.                Então, pra ficar mais claro, podemos dizer que existe:                 Inclusão social; Inclusão física; Inclusão moral; Inclusão política; Inclusão educativa ou educação inclusiva. O Que é Considerado Inclusão                   Até agora você viu que a inclusão consiste em permitir que pessoas com necessidades especiais participem dos mesmos ambientes que uma pessoa típica.             Mas pra que aconteça de verdade a inclusão, não é suficiente abrir as portas do mundo e dizer pode entrar. Deve haver uma preparação de pessoas, de profissionais e ainda dos ambientes.              Podemos dizer que está havendo inclusão na escola, por exemplo,  quando houver professores e ambientes preparados e adaptados pra receber uma pessoa atípica.             Você concorda que se a escola não tiver uma rampa, vai dificultar muito a entrada de uma pessoa numa cadeira de rodas? E imagine como fica o sensorial de um autista dentro de uma sala com 30 alunos tagarelos? E são muitas adaptaçõs a serem feitas, porque como já vimos, são muitos tipos de deficiência.                 No caso de ambiente de trabalho, as adaptações também devem ser consideradas, mas penso que um empregador que faça essas adaptações deve ter um  olhar além do lucro, um olhar humanizado, e me desculpe, numa sociedade movida a dinheiro, todos os minutos são direcionados no que os típicos  podem fazer pra aumentar os lucros da empresa.               Então, você acha que os diversos tipos de inclusões saíram do papel? Você consegue dormir sossegada, confiando que quando a sua idade avançar, e suas forças diminuírem, a inclusão de fato aconteceu?             Podemos considerar inclusão, o cumprimento efetivo dos direitos previstos na lei, desde a preparação das pessoas que vão passar a dividir o mesmo espaço com o deficiente, como a preparação do ambiente de forma a facilitar o ir e vir do deficiente, respeitando o tipo de deficiência de cada um.   Relato de Uma Mãe Atípica               Então, o que aconteceu comigo, como mãe atípica, abriu minha mente de forma espetacular e abriu as portas de muitas oportunidades pra mim.                   Chegou uma hora que eu fiquei cansada de brigar  por direitos e o tempo que ia passando sendo perdido.                 O diagnóstico do meu filho autista agravou e eu também comecei a adoecer. Ou eu reagia ou ia tudo desabar.                    Minha preocupação era com o futuro. Eu imaginava como seria ficar idosa cuidando de um homem bem maior que eu e dependendo de mim. Meu Deus, comecei me sentir apavorada. Foi então que encontrei a saída.             Quer saber qual foi? Vou te contar tudo! Mas vou mandar no seu email. Digite seu email abaixo e continuamos nossa conversa por lá. Tá certo? Tô

Como Conseguir Tratamento Pra Autismo Pelo Sus

sus

         Oi, tudo certo? É o que eu desejo…           Hoje eu vim te dar umas dicas muito importantes a respeito de atendimento gratuito para autismo pelo Sus.            É necessário você seguir cada passo que vou te passar. E é bom você saber que é obrigatório esse atendimento para autistas segundo a Lei do Brasil.            Se obrigatório for sinônimo de satisfatório você estar no caminho certo, e por ter minhas dúvidas eu acredito que vou ter que te apresentar uma segunda opção, que foi a que eu usei. Mas vou deixar pro fim dessas informações.                 Antes de te passar os papéis que você tem que ter em mãos pra acionar os direitos do tratamento gratuito para autismo pelo Sus, veja como funciona a Lei que te dá esse direito.            A Lei é do ano de 2012, (nº 12.764). Nessa Lei foi colocado os direitos das pessoas com autismo.           A lista de direitos é enorme. Posso te citar alguns desses  direitos: Alguns Direitos dos Autistas         VII – o incentivo à formação e à capacitação de profissionais especializados no atendimento à pessoa com transtorno do espectro autista, bem como a pais e responsáveis;          VII – o incentivo à formação e à capacitação de profissionais especializados no atendimento à pessoa com transtorno do espectro autista, bem como a pais e responsáveis;           Art. 3º São direitos da pessoa com transtorno do espectro autista:           I – a vida digna, a integridade física e moral, o livre desenvolvimento da personalidade, a segurança e o lazer;           II – a proteção contra qualquer forma de abuso e exploração;           III – o acesso a ações e serviços de saúde, com vistas à atenção integral às suas necessidades de saúde, incluindo:            a) o diagnóstico precoce, ainda que não definitivo;            b) o atendimento multiprofissional;            c) a nutrição adequada e a terapia nutricional;            d) os medicamentos;            e) informações que auxiliem no diagnóstico e no tratamento;           IV – o acesso:           a) à educação e ao ensino profissionalizante;           b) à moradia, inclusive à residência protegida;            c) ao mercado de trabalho;            d) à previdência social e à assistência social.            Depois de 2012, a Lei que defende os autistas recebeu atualizações em 2018 e foi tornado obrigatório o atendimento gratuito pros especiais pelo Sus.             No entanto, no tempo em que estamos, já se passaram mais de cinco anos dessa obrigatoriedade e de verdade a lista de direitos está a passos de tartaruga pra sair do papel.   Qual o Primeiro Papel Do Sus               Falando em papéis o primeiro papel que você precisa pra acionar o direito de atendimento gratuito  para autistas no Sus é o papel contendo o diagnóstico com um Cid.             Preciso te contar que pra mim conseguir o diagóstico do meu filho, vivi uma história com vários capítulos por quase um ano.               E estamos sempre vendo várias mães atípicas contando que realmente é uma novela pra os profissionais fechar um diagnóstico junto ao Neurologista aqui no Brasil.                 Eu senti que os médicos sentem insegurança pra bater o martelo do diagóstico. A pediatra de rotina que atendia meu filho, comentava que era “o jeitinho dele”. Isso porque eu já via algo diferente nele antes dos dois aninhos, e quando comentava com ela, era assim que ela concluía a situação.                  Depois da família, a escola é o próximo ambiente que a criança a ser observada convive e que vai ser notado as suas peculiaridades, diferenças e especialidades que o distingue dos outros da turma.               A escola por sua vez, aciona a família que entra em ação em busca do diagnóstico.                A medicina explica que quanto mais cedo a criança receber os tratamentos necessários, mais chances dos  neurônios criar novas conexões e se aproximar do padrão de comportamento esperado, mas enquanto o diagóstico não chega, o tratamento fica barrado.   Qual o Primeiro Papel Do Sus            Preciso te pedir calma pra te esclarecer esses perrengues que a mãe atípica passa pra conseguir o tratamento gratuito pelo Sus, e preciso te dizer que o que vem depois de ter todos os papéis nas mãos é uma verdadeira batalha de forças. Mas vou te contar como resolvi.             Mas porque o diagóstico de autismo costuma demorar? Já te falei que senti insegurança da pediatra quando falava sobre um possível diagostico de autismo do meu filho e não é coisa da minha cabeça. Isso explica porque temos que passar por vários profissionais recomendados pelo neurologista.           Vários profissionais, de acordo com o seu conhecimento, analisam o caso, até chegar a uma conclusão. Os profissionais que analisaram o meu filho foram: psicólogo, terapeuta, fonoaudióloga. Além de outros exames que foram pedidos.             Depois que você fica um bom tempo indo e vindo a esses consultórios de análises de comportamento com o seu filho, enfim, vai poder levar esses relatórios ao Neurologista, que por sua vez, dar o veredito. Chega A Hora Do Atendimento Gratuito Para Autistas Chega A

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